o amor com a boca nos seios
a puxá-los levemente com os dentes.
o amor segurando-lhe as ancas,
da-te-me para sempre, diz.
fode-me, diz-lhe o amor.
as bocas numa só,
as coxas a envolverem o corpo do amor,
o corpo que se sustém em vertical
e se inclina a oferecer-lhe os seios
-para sempre -
amo-te,
fode-me amor, diz a mulher.
é quando nasce a rosa irisada
no ventre, no sexo da mulher.
o silêncio do gozo, do vôo,
no ventre, no pênis do homem.
silvia chueire



1 comentários:
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